Crónicas

Aqui podes ler algumas crónicas sobre diversos crimes e ciência forense…..

Sem rasto

Quando o criminoso deixa de enviar correspondência

Uma porta de acesso para a mente do criminoso.

Delitos reconstituídos em infografias forenses

As consequências de uma reconstituição deficiente

Os assassinos em série dos quais se perdeu a pista

Quando a má Ciência entra nos tribunais

 A resolução destes e de muitos outros casos policiais está dependente de diferentes perícias, do cruzamento de dados e da investigação especializada das pistas deixadas pelos criminosos. No caso de homicídios com armas de fogo, por exemplo, a análise da forma, do tamanho e da trajectória dos disparos permite determinar numerosos detalhes. Diz-se que não existe um crime perfeito, mas sim uma investigação imperfeita. A ciência e a tecnologia transformaram-se nos melhores aliados das autoridades no combate delinquência, mas continua a haver problemas.

Jim Fisher, antigo agente do FBI e professor de ciências forenses na Universidade de Edinboro (Pensilvânia, Estados Unidos) até 2005, reuniu na sua última obra, Forensics Under Fire, cerca de 30 investigações actuais em que o rigor e o método científicos primam pela ausência. Quase pior do que isso é o facto de juízes e magistrados não se aperceberem disso. Uma situação bem diferente do que estamos habituados a ver nos ecrãs televisivos ou cinematográficos, e para a qual é necessário estar alerta.

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